terça-feira, 1 de junho de 2010

PALESTINA: Vão morrer mais “pacifistas”?


PALESTINA:
Vão morrer mais “pacifistas”?


Não há inocentes nessa história sangrenta. Claro que ninguém vai apoiar o exército judeu atirando contra civis desarmados. Mas quem disse que eram civis desarmados? Não se pode deixar de ver, a questão como um fato político com outras variantes. Os terroristas do Hamas, financiados pelo Ahmadinejad, usaram ativista de boa vontade, transformados em “pacifistas” momentâneos, como bucha de canhão, para jogar a opinião pública do planeta contra Israel e os EUA. Israel torna-se vilão ao cair na esparrela e o idiota do Obama está mais perdido que ativista no meio do tiroteio

Foto: Associated Press

Protesto contra Israel no Líbano

Toinho de Passira
Fontes: Estadão, Publico PT, Irish Times, Zero Hora

As noticias que se tem é que ativistas pró-palestinos enviaram outros navio para desafiar o bloqueio israelense à Faixa de Gaza nesta terça-feira e o Egito declarou que estava temporariamente abrindo uma passagem na fronteira com o território palestino após o ataque contra a flotilha com ajuda humanitária que terminou com a morte de nove ativistas.

A Turquia que lidera cinicamente as críticas chamando o ataque israelense de "massacre sangrento" e exigindo que Washington condene a ação, é cooresponsavel pelo ocorrido por ter apoiado o embarque dos ativistas, que com um navio de passageiros invadiram uma área conflagrada.

A diplomacia americana reagiu cautelosamente, pedindo a revelação de todos os fatos, condenando Israel pela metade, defendendo os judeus pela metade, no estilo típico da diplomacia vacilante de Barack Obama.

Foto: Associated Press

O material que os “pacifistas” utilizaram para recepcionar os soldados de Israel

Israel assegurou hoje, perante o Conselho de Segurança da ONU, através do embaixador adjunto, Daniel Carmonque, que os navios com ajuda humanitária buscavam romper o bloqueio a Gaza e que os ativistas a bordo atacaram os soldados, que responderam em legítima defesa.

O diplomata israelense mencionou várias vezes declarações publicadas na imprensa dos organizadores da operação, como as de Greta Berlin (ativistas pró-palestinos) que afirmava que o objetivo “era não só levar ajuda humanitária, mas também romper o bloqueio”.

Além disso, qualificou a organização turca IHH de ser um grupo de radicais antiocidentais que apóiam o Hamas e que têm, entre eles, elementos jihadistas próximos à Al Qaeda.

O bloqueio começou há três anos, quando Israel descobriu que "missões humanitárias" levavam a grupos radicais e a terroristas palestinos, junto com mantimentos, armas, munições e explosivos utilizados em atentados.

Milhares de moradores da Faixa de Gaza correram hoje para a fronteira com o Egito, esperando aproveitar uma inesperada oportunidade de sair do território bloqueado, enquanto uma milícia palestina no norte de Gaza denunciou um ataque aéreo israelense no qual morreram três de seus membros.

Ativistas prometeram enviar mais dois barcos para desafiar o bloqueio israelense na Faixa de Gaza. "Esta iniciativa não vai parar", disse Greta Berlin, do Movimento Gaza Livre, falando do Chipre, em segurança, na sede do grupo.

Greta Berlin ressaltou que o Movimento Gaza Livre, que organizou a flotilha, não será detido e que outro navio de carga estava na costa da Itália a caminho de Gaza. Um segundo navio carregando mais de 30 passageiros deve se juntar ao primeiro navio, disse Berlin. Ela disse que os dois navios devem chegar à região no final desta semana ou no início da próxima semana.

“Esta iniciativa não vai parar”, garantiu Berlin a partir da sede da organização, no Chipre.

O Rachel Corrie foi comprada pelo organização irlandesa “Perdana Global Peace”, que se opõe ao bloqueio, para participar nesta iniciativa. O barco tem o nome de uma jovem ativista norte-americana morta há sete anos em Gaza por escavadora militar israelita. A embarcação transporta alimentos, papel, medicamentos e outros produtos de primeira necessidade. A bordo seguem onze ativistas incluindo o Premio Nobel da Paz Mairead Maguire, 66, e o ex-secretário-geral adjunto da ONU Denis Halliday.

Ansioso para evitar uma repetição do incidente de segunda-feira, Graham disse que aqueles a bordo estão tomando precauções em antecipação de uma intervenção por parte das forças israelenses.

Um alto oficial da Marinha israelense disse ao Jerusalem Post na terça-feira que Israel usará ainda mais força para enfrentar os navios restantes no seu caminho para Gaza.

"Nós embarcamos no navio e fomos atacados como se fosse uma guerra", disse o oficial. "Isso significa que teremos que vir preparado, no futuro, que é uma guerra."

O Exército israelense recusou-se a dizer como vai responder à chegada de mais navios com direção a Gaza. Mas o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, Yigal Palmor, disse que "não há mudança na nossa política" e pediu aos ativistas que enviem a ajuda humanitária a Gaza pelos meios autorizados.

Veja o vídeo, exaustivamente divulgado, do ataque sofrido pelos soldados israelitas quando desembarcaram no navio dos “pacifistas”. Estes ataques aos soldados foram executados por terroristas treinados, que em seguida fogem para um local seguro.

Normalmente outras pessoas, inocentes úteis, que estão na área, acabam recebendo o revide e é nisso que consiste politicamente a operação: fazer inocentes morrerem para mobilizar a opinião pública.





Recebemos dois comentários de leitores anônimo a respeito do post sobre a morte dos ativista por Israel publicado ontem. Achamos por bem destacá-los, para que se tome conhecimento de outra opinião sobre o assunto:





ANONIMO 01

Esta besta cineasta deveria ter morrido. Mulherzinha babaca.



O leitor se referia a cineasta brasileira e ativista Iara Lee, que estava no navio e, mas não foi molestada. Ao que parece ela vai ser expulsa de Israel, por não ter querido sair do país espontaneamente.

O ministro brasileiro Celso Amorim disse que, segundo depoimento de Iara Lee, ela não quis assinar um documento em que dizia ter entrado de forma ilegal em território israelense. "É um absurdo, porque ela foi presa em águas internacionais", comentou o chanceler.

De acordo com Amorim, o enviado da Embaixada para prestar assistência à brasileira acabou tendo o celular confiscado - o aparelho foi utilizado para que Iara falasse com uma emissora de televisão.





ANÔNIMO 02 disse:

"A única alegria que eu tenho após ler tamanha barbárie é que cretinos como você, Usa, Israel estão com os dias contados...

É deprimente ver em pleno século XXI que ainda há FASCISTAS como você e os CRETINOS que cultuam seu blog falarem de coisas extremamente sérias como a vida humana e o desrespeito a ela como ocorre em Gaza.

Antes de postar tamanha ASNEIRA pesquise um pouco...LEIA ao invés de apenas COPIAR....porque como papagaio de pirata você é IGUALMENTE PÚTRIDO!
Sabia que os EUA foram condenados por terrorismo?

http://www.culturabrasil.pro.br/guerracontraoterrorismo.htm

E se tiver CULHÕES que eu eu duvido que tenha, assista esse vídeo! Aqui você verá Israel enfrentando muitos terroristas!

É um vídeo feito para você!

http://www.youtube.com/watch?v=A8XQDPKj3lc"
 


Poucos são os leitores que comentam nossos posts. Sempre que comentam publicamos. Exceção feita às ofensas dirigidas a terceiros.

Lembramos que ao analisarmos a notícia, as vezes somos confundidos, possivelmente, por falha nossa, quando politicamente afirmamos o que imaginamos vai acontecer, como se fosse aquilo que desejássemos.

No caso, discordamos dos dois leitores, o extremismo e o ódio não são os caminhos da paz.

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